Na TV: HIMYM – The Series Finale

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Boa tarde, sponges!

Como todos devem saber (ou não), na ultima segunda-feira (31/03) foi ao ar a series finale de uma das séries de comédia mais aclamadas dos últimos 9 anos, “How I Met Your Mother”.Aqui no blog fizemos um post contando mais sobre os personagens e a história das 8 primeiras temporadas. Você pode lê-lo aqui.

RADNOR SEGEL HARRIS HANNIGAN SMULDERS

Enfim, como sempre, não consegui assistir o episódio ao vivo, exibido nos Estados Unidos pela CBS na segunda, simplesmente por que não funciono sem as legendas. Então, já que eu estava aguardando ansiosamente a liberação das legendas, e depois ansiosamente a minha chegada em casa após o expediente para poder assistir o último episódio das aventuras de Ted, Barney, Robin, Lily e Marshall, apresento a vocês (com um dia de atraso) a minha resenha, comentário, resumo, rasgação de verbo e, por que não, a abertura do meu coração.Antes de mais nada já aviso: o texto é totalmente emocional – muitas vezes desconexo, mas farei o melhor que puder para abrandar todos os sentimentos conflitantes, que mesmo depois de uma noite insone sendo remoídos, ainda não fazem muito sentido. Sentem-se, apertem os cintos e desfrutem, por que isso vai ser legen… wait for it… dary!

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Alerta, o texto abaixo contém todos os spoilers possíveis! Se você ainda não assistiu a série ou, principalmente, se você ainda não assistiu esse ultimo episódio e não quer saber de tudo, de tudo mesmo, pare agora e volte mais tarde.

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Bom, como disse, fiquei me remoendo a noite toda depois de terminar o episódio, e finalmente cheguei a conclusão de que eu gostei, já que era o que queria desde o começo (Ted e Robin juntos), mas já tinha perdido as esperanças de acontecer. Ted e Robin, pra mim, era tipo Ross e Rachel. Platônico. Desde sempre.

De certa forma acho que fui muito burra de não ter percebido antes, por que fez total sentido. Foi como as crianças falaram: a história mais se tratou do Ted apaixonado pela Robin do que da mãe deles, que mal apareceu.

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Mas mesmo assim fiquei muito triste (não sei se é possível gostar e amar e mesmo assim ficar triste), por que nessa temporada eu aprendi a amar a Mother (Tracy ♥), e ela era realmente perfeita pro Ted, em todos os sentidos. Passei todos os momentos dela nessa series finale dizendo em voz alta “eu amo essa garota, ela é perfeita!”. Ou seja, eu ja tinha aceitado, gostado e torcido por eles! Já estava shippando como se não houvesse amanhã! Aquele momento em que Ted conta pra Lily e Marshall que não vai mais embora, que conheceu uma garota e em seguida liga pra ela, e o Marshall todo preocupado diz pra Lily que o Ted já se apaixonou muitas vezes antes e já quebrou muito a cara, e então a Lily ta olhando pro Ted daquele jeito e diz algo como “nunca desse jeito” me emocionou profundamente, eu acreditei demais que aquela era a alma gêmea dele. Achei perfeito. E comecei a chorar.

E podia acabar ali que continuaria perfeito! Aquela cena deles conversando sob o guarda-chuva ta me arrancando lágrimas até agora…

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O divórcio da Robin e do Barney foi um choque. Tipo… Achei q eles iam viver felizes para sempre. Obviamente os roteiristas já tinham tudo na cabeça deles desde o começo, até por que as cenas com os garotos já estavam filmadas, mas obviamente eles perderam o controle do casal R/B, ganhou uma dimensão muito grande, ficou intenso demais, eles perderam o timing… Inclusive achei o divórcio meio blé, depois de tudo que eles passaram… Enfim, Carter e Craig criaram um monstro.

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Esse foi o pecado deles (na minha opinião, claro). Quer dizer, eles tinham uma ideia muito clara no começo da série, isso deu pra perceber. Mas durante esses 9 anos a história ganhou vida própria, foi por outro caminho, saiu dos trilhos previamente planejados por eles, e mesmo assim eles não mudariam, o final seria aquele que eles sempre haviam imaginado. Pegaram a história que já estava em outra rota e trouxeram ela de volta.

Apesar desse sentimento de que tudo ficou muito abrupto, achei o final lindo. Todos os meus amigos sabem meu fraco por aquela corneta francesa azul… Então gostei, amei, chorei igual uma retardada… Mas fiquei com aquela sensação de “tarde demais” dentro de mim, acho que principalmente por que já tinha rolado uma aceitação de que Ted e Robin não ficariam juntos e eu já estava muito satisfeita com o desfecho, ficou uma sensação de que o que o Ted e a Tracy tinham era muito maior do que o que o Ted e a Robin tiveram… talvez se o terreno tivesse sido preparado melhor eu não estranhasse tanto a ideia… me apeguei demais a Mother. Chorei em grande parte por que ela morreu.

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A outra grande parte do meu choro foi naquela cena de Barney segurando a filha pela primeira vez.  Me matou, foi perfeito dentro do final que o Carter e o Craig designaram pra ele… e apesar de ter gostado desse final pra ele, fiquei com um pouco de medo de ele ter regredido, como naquela parte em que a Lily diz q ele já tinha 40 anos e continuava com as mesmas praticas das primeiras temporadas, foi quase uma “desconstrução”, por que na vida a gente muda e evolui, não é como se pudéssemos voltar a ser o q éramos no começo da jornada. Amei ele ter uma filha, ele vai pagar todos os pecados dele com as mulheres agora HAHAHAHAHAH e serviu pra ele amadurecer também, continuar o mesmo cara legendary, mas ter um crescimento.

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Naquele momento em que todos estão no bar e Marshall vira pros rapazes e pergunta se eles sabiam o que já tinha rolado ali, fiquei esperando uns flashbacks… se tivesse eu choraria mais. Não teve, superei.

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Quando o episódio terminou e vi as carinhas de todos eles na primeira temporada, tudo o que eu queria era assistir o Pilot da série novamente, e ver tudo de novo.

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E é isso, minha gente. Acho que não fez muito sentido, amei, chorei, fiquei com um buraco no peito, queria que as coisas fossem diferentes, queria que elas fossem exatamente assim. Me peguei me sentindo enganada, e talvez, se eu não tivesse ficado perdidamente apaixonada pela Mother durante essa season 9, eu poderia ter dado pulinhos e saído dançando pela casa. Foi um turbilhão de emoções, hê. E no fim das contas fez sentido, principalmente o por que e o como essa história tinha sido contada pros filhos dele. Foi bonito e corajoso, assim como isso:

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Vou amar HIMYM pra sempre, e assistir pra sempre, do mesmo jeito que faço com Friends até hoje.

Agora é a hora de vocês darem suas opiniões. O que acharam do post? Ou melhor, o que acharam do final da série?

Xoxo.

P.

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Na TV: How I Met Your Mother

Hello everybody!

Hoje trago para vocês, uma das minhas séries de comédia favorita, ela tem um jeitinho de Friends (saudades Friends), e é uma delícia de assistir:

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A série gira em torno da vida de Ted Mosby e dos seus amigos, que é narrada pelo próprio aos seus filhos, 25 anos mais tarde. Bob Saget, como Ted Mosby do futuro, conta então aos filhos as histórias e peripécias que o levaram a conhecer a mãe deles. As outras personagens principais são Marshall Eriksen, Robin Scherbatsky, Lily Aldrin e Barney Stinson.
Em 2005, aos 27 anos, o jovem Ted Mosby (Josh Radnor), após o seu melhor amigo, Marshall Eriksen (Jason Segel), ficar noivo, decide finalmente ir em busca da sua cara-metade. Com gestos românticos questionáveis, Ted conhece Robin Scherbatsky (Cobie Smulders), no bar que costumavam frequentar, Maclaren’s Pub. Após uma série de eventos Robin passa a pertencer ao grupo de amigos de Ted: Barney (Neil Patrick Harris), Marshall (Jason Segel), e a noiva deste, Lily (Alyson Hannigan), que namoram desde o primeiro ano da faculdade.

Vou contar para vocês um pouquinho dos personagens:
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Ted Mosby: É professor de arquitetura e o personagem central da série. Ted se mudou para Nova York com seus amigos Marshall e Lily depois de se formar pela Universidade de Wesleyan. Em Nova York, ele conheceu Barney(no banheiro do Maclaren’s Pub) e Robin, que passou a fazer parte do grupo. Ted está em busca de felicidade e da “The One”, a mulher que vai se casar.

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Barney Stinson: É “bro” de Ted que trabalha em uma função ainda desconhecida no GNB. Devido ao abandono que sofreu de seu pai na infância, Barney tem problemas com isso e se apega muito a seus amigos. Ele é um playboy que usa sua riqueza para seduzir as mulheres para sexo com nenhuma intenção de se envolver em um relacionamento.

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Robin Scherbatsky: Âncora de um jornal nacional e ex-namorada de Ted. Robin migrou do Canadá para ter um emprego em um programa de notícias e conheceu Ted no Maclaren’s Pub, este que imaginou por boa parte do tempo que ela fosse a “The One”. Embora seu relacionamento com Ted não tenha dado certo, eles continuam amigos íntimos. Sua descendência canadense é uma fonte de muitas piadas por parte de seus amigos, especialmente Barney.

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Lily Aldrin: Professora de séries infantis e esposa de Marshall. Lily é a lider do grupo, sempre está lá para resolver conflitos ou para oferecer um ombro para seus amigos chorarem. Barney trata Lily como uma confidente, porém ela é péssima em manter segredos. Lily por muitas vezes é manipuladora, persuadindo seus amigos para obter seus resultados desejados. Ela conheceu Marshall na faculdade e eles estão juntos desde então, se separando apenas uma vez.

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Marshall Eriksen: Melhor amigo de Ted (afirmação muitas vezes contestada por Barney). Marshall é casado com Lily, a quem ele se apaixonou desde o seu primeiro ano de faculdade. Marshall e Lily servem como inspiração para Ted para encontrar o seu verdadeiro amor.

**Aqui temos um vídeo do Barney, contando a história deles (dos últimos 8 anos), em apenas 60 segundos! O vídeo é Legen… Wait for it … Dary!

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How I Met Your Mother está na 9ºtemporada (é a final!! :/)
Se você nunca assistiu, eu sei que pode parecer muito para acompanhar, mas não se preocupe, vai assistindo aos poucos, quando você perceber você já vai estar terminando!
Vale a pena!

Quem ai curte HIMYM??

xoxo

Na TV: #WhoShotEmily

Afternoon, sponges!

Como muitos sabem (ou não) no ultimo domingo, 29/09, foi ao ar pela ABC a Season Premiere do terceiro ano de Revenge. Infelizmente só consegui conferir o episódio hoje pela manhã e, claro, corri aqui pra contar tudo pra vocês, por que, sério, que estreia foi essa??

Então, força na peruca, se você ainda não terminou a segunda temporada pare por aqui mesmo, por que o texto abaixo possui spoilers.

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O show é baseado no livro de Alexandre Dumas “O Conde de Monte Cristo”, e conta a história de Emily Thorne, uma garota misteriosa que chega aos Hamptons, em Nova York, em busca de vingança contra aqueles que destruíram sua família. Emily é, na verdade, Amanda Clarke, uma garota que morou ali na infância e que agora aluga a mesma casa na qual viu seu pai ser preso por um crime que não cometeu. Agora rica e mais emancipada, a garota retorna para a cidade e começa a executar seu plano, derrubando um inimigo por vez.

Refrescando a memória dos mais esquecidos, na ultima temporada (mais precisamente no ultimo episódio), tivemos algumas bombas (tanto figurativa, quanto literalmente falando, hê!). Vamos em tópicos:

  • Descobrimos que a noiva de Takeda foi morta no atentado de avião que culminou na prisão de David Clarke;
  • Aiden matou Takeda (ele teve seus motivos, mas estava torcendo muito pro japa acabar com ele, me julguem);
  • A Iniciativa não existe, é  na verdade um conjunto de empresários, dispostos a lucrar, e tem a participação do Conrad nas suas decisões;
  • Conrad explodiu o próprio escritório em NY, tentando matar dois coelhos com uma cajadada só… Um desses coelhos era Jack, mas o tiro saiu pela culatra e em vez disso…
  • …Declan morreu;
  • O outro tiro acertou o alvo, e Conrad foi eleito Governador de NY;
  • Nolan é preso injustamente pelo assassinato de Padma;
  • O filho perdido de Victoria aparece;
  • E, enquanto Jack tenta assassinar Conrad a tiros na posse, numa sequencia incrível de tirar o fôlego, temos Emily tentando impedi-lo ao dizer:

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Depois de sermos deixados meses surtados por causa desse final, por que acabou exatamente assim, com essa cara de chocado/chatiado do Jack, finalmente tivemos um retorno de matar da série, que compensou esses meses na seca.

O episódio já começa com um daqueles famosos flashforwards (que, pra quem não sabe, é um “flashback do futuro”), que desde o primeiro episódio da primeira temporada nos deixam passados e ávidos por descobrir o que realmente aconteceu e como chegamos àquilo! Vemos Emily vestida de noiva, com um copo de champanhe em uma barco, dai ela se vira, encara quem quer que seja, diz: “I’m sorry” e toma três tiros!

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Até ai nem estamos tão chocados, afinal foi uma das primeiras cenas disponibilizadas na promo. Só resta a pergunta, e a hashtag#WhoShotEmily? Provavelmente descobriremos antes do grande hiatus de dezembro. Oremos.

A história da terceira temporada, depois do flashforward, começa seis meses depois dos acontecimentos bombásticos (hê!) do ano anterior.

revenge_season_3_by_myrmorko-d5rsu9fEmily e Daniel continuam noivos, e nossa protagonista favorita esta organizando a festa do Memorial Day; Victoria passou todos esses meses na companhia de Patrick, seu filho perdido, que por acaso é o Arqueiro Verde de Smallville, e reclusa em sua casa dos Hamptons; Charlotte volta de uma temporada na Europa toda repaginada depois de perder Declan e o bebê; Jack, depois de descobrir que Emily é na verdade Amanda, fechou o bar, pegou o Carl e se mandou; Nolan finalmente consegue se livrar das acusações e é solto; Aiden sumiu (posso ouvir um aleluia, irmãos?); Conrad está preparando seu quadro de governador para apresentar no Memorial Day; e Ashley está na rua da amargura, tentando chantagear Emily (tsc, olha quem ela vai cutucar!) em busca de dinheiro;

O que mais gostei da estreia foi sentir a mesma sensação que tive na primeira temporada da série, que foi fantástica! Querendo ou não, senti que Revenge perdeu um pouco o ritmo no ano 2, me fazendo ter aquela vontade louca de assistir só na Season Finale mesmo! Agora, tenho fé nessa terceira temporada, que tem muito cara de ultima, mas ainda é cedo pra nos adiantarmos.

Um dos pontos altos pra mim foi um diálogo incrível em Emily e Victoria, em que as duas se ameaçam a cada fala e tão sutilmente, que é eletrizante! Outro ponto, claro, foi Nolan chegando à festa do Memorial Day de para-quedas!

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Mais uma coisa que me deixou chocada: aposto que todos se lembram do beijo super hot entre Emily e Jack, aquele que vimos na promo. Pois é, a gente já vai conferir ele nesse episódio. O mais surpreendente é o que acontece depois do beijo. Não vou comentar, assistam!

E, claro, não posso esquecer da teia intrincada que Emily teceu nesse episódio e que também não vou comentar pra não estragar a surpresa, mas digamos apenas que depois dessa deu pra entender direitinho por que Ashley não estará nessa temporada, hê! A imagem abaixo, e a frase “O que somos, goste ou não, é uma família” saída da boca de ninguém mais, ninguém menos que Victoria Grayson, dispensa maiores comentários:

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Além de nos matar durante todos os 43m31s de episódio, os produtores ainda nos deixaram com um final de fazer o ass cair da bunda! Aiden finalmente resolveu dar as caras, e vocês nem imaginam pra quem! E ainda, eis que Emily finalmente decide marcar a data de seu casamento com Daniel. Marquem em suas agendas, 8 de agosto:

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Agora, meus amigos, ficam as perguntas #WhoShotEmily, #WhereIsAiden e #WhoIsPatrick? Por que #RevengeIsBack e o circo vai pegar fogo!

Pra quem vai esperar a estreia no Brasil, a Sony já anunciou que quarta-feira, 09/10, às 22h tem episódio fresquinho! Fiquem ligados!

E aí, algum palpite? Quem você acha que atirou na Emily?

xoxo.

P.

Na TV: “Um mini filme da Marvel pra gente toda semana”

Boa tarde, sponges!

O “Na TV” de hoje vai falar sobre uma das estreias mais aguardadas do Fall Season 2013! Se você perdeu o episódio de ontem no Canal Sony, ou não tem certeza se quer realmente assistir ao show, se prepare, a gente vai mostrar sem spoilers a promessa da série e ainda dar a nossa opinião (hê!).

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A trama de Agents of SHIELD se passa depois da batalha de Nova York no longa “Os Vingadores”. O agente Phil Coulson (Clark Gregg) – cuja morte foi forjada por Nick Fury – organiza um pequeno grupo de agentes para resolver casos que ainda não foram classificados.

O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

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Vamos dar uma espiadinha em cada um dos agentes:

AGENTE PHIL COULSON

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Agente Phil Coulson é o agente da SHIELD, o “homem comum” em um universo cheio de super-heróis. Todos os dias ele está em algum lugar fazendo algo para SHIELD. Ele sabe como permanecer firme, mas não leva a vida muito a sério.

AGENTE MELINDA MAY

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Melinda May é uma piloto, especialista em armas. E é conhecida por ir além da chamada do dever. Ela tem habilidades quando se trata de armas e ser uma piloto, mas suas experiências podem tê-la deixado muito tranquila e um pouco danificada.

AGENTE LEO FITZ

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Agente Leo Fitz é especialista na parte técnica do armamento, trabalhando principalmente com engenharia. Ele é um nerd e tem um relacionamento com Jemma Simmons.

AGENTE JEMMA SIMMONS

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Agente Jemma Simmons lida com biologia e química, ela é um pouco nerd e passa a maior parte de seu tempo com Leo Fitz, que ela treinou.

AGENTE GRANT WARD

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Agente Grant Ward é altamente qualificado, uma espécie de “estrela em ascensão”, conhecido por ser mortal, preciso e calmo sob fogo, mas, aparentemente, não é tão bom quando se trata de lidar com as pessoas e tem tendência a estragar as relações interpessoais. Ele é tranquilo, com um pouco de paciência, mas ele é o tipo de cara que sobe no seu conceito.

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Skye é divertida, inteligente, carinhosa e confiante com a capacidade de obter a vantagem, usando sua inteligência e charme. Ela é um pouco obcecada com o mundo dos super-heróis e as organizações que existem dentro dele.

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Agora, a minha primeira impressão dos personagens, fora o Coulson e a Skye, foi de que eles eram meio forçados. Não sei explicar. Eles não pareceram muito naturais a meu ver. O Grant parecia “engessado”, e Fitz e Simmons pareciam ter apenas uma loucura e nerdisse artificiais. Não foi muito espontâneo. Quanto a Agente May, gostei da atuação da atriz, mas a personagem dela não foi muito cativante. Acho que ainda precisamos de tempo para conhecer todos eles.

O plot da série também me surpreendeu. Acho que eu esperava uma vibe meio Ultimate Spider-Man, sabe? Com o Coulson reunindo e treinando novos super heróis.

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Mas a série não podia ser mais diferente. Coulson está montando uma equipe de agentes problemáticos, isso vemos logo no começo, e não recrutas com super poderes. A intenção aqui, pelo visto, é rodar o mundo em um avião procurando pessoas com dons especiais e ajudando-as a entender seus poderes e se adaptarem.

Fui surpreendida pelos LINDOS efeitos especiais! Tudo bem que estamos falando de um projeto da Marvel e tal, mas estou tão acostumada a “defeitos especiais” em séries (vide Once Upon a Time e Teen Wolf) que por algum motivo não esperava nada muito lindo. Adorei a trama e os efeitos. A trilha sonora também não ficou para trás. A Marvel com certeza sabe muito bem guiar as coisas.

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Os pontos baixos, acho, além de alguns personagens terem parecidos forçados pra mim, foram alguns enquadramentos (me julguem). Sentia a câmera tremendo em alguns close-ups e me incomodou um pouco. Também teve a questão do episódio ter sido bem corrido, mas entendo essa parte. Eles precisavam fazer uma introdução à história e ainda desenrolar a trama do episódio. Acredito que teremos alguns episódios onde poderemos conhecer melhor os agentes e quem sabe até ter alguns flashbacks (apenas especulando aqui), por que todos ali têm um pouco de mistério no passado, isso já deu pra perceber.

Também tivemos alguns pontos altos no episódio, como a participação de Cobie Smulders, reprisando seu papel como Maria Hill, e o épico “Don’t touch Lola”.

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Ainda temos um mistério. O que aconteceu no Taiti? Ou melhor, o que realmente aconteceu com Coulson após ter sido atingido e morto por Lokki em “Os Vingadores”? Por que uma coisa Maria Hill deixa bem claro, logo no inicio do episódio, que Coulson não sabe, ele acha que esteve por algumas semanas no Taiti, e não pode nunca saber o que realmente aconteceu.

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Prepare-se para uma aventura épica que destaca a esperança e o milagre que é o espírito humano. Este é um mundo de super-heróis e alienígenas, pontuado pelo incomum em ações espetaculares e histórias que se expandem pelo mundo. No entanto, a série fala sobre a condição humana através das lentes dos nossos agentes sem poderes da S.H.I.E.L.D., destacando que, juntos, somos mais fortes do que separados e que podemos fazer a diferença no mundo.

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E então, preparados para o Nível 7?

xoxo.

P.

Na TV: “Teen Wolf”, amar ou odiar? Eis a questão.

Hello ladies e gentlemen, como vão?

Hoje quero conversar com vocês (e tentar ser bem imparcial) sobre um tabu na TV! O assunto que tem dividido mares, acabado com amizades, colocado vizinho contra vizinho, irmão contra irmão, prima contra prima (agora foi pessoal) um assunto que… ok, não é pra tanto. Vamos falar sobre Teen Wolf.

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A série norte americana produzida pela MTV vai ao ar desde 2011, e conta com Tyler Posey,  Cristal Reed, Tyler Hoechlin, Dylan O’Brien (♥) e Holland Roden no elenco principal, atualmente é exibida aqui no Brasil pelo canal à cabo Sony Spin. Desde o começo o show tem dividido multidões, alguns amam a série, que, inclusive, no ano de lançamento foi muito elogiada, outros limitam-se a descrevê-la apenas como “sucks”.

Tenho uma teoria sobre expectativas que vem muito a calhar nessa situação. Talvez depois de ter sido tão elogiada pela crítica, as pessoas foram assistir a série pensando que iam comer um Big Mac, quando na verdade encontraram um Pão com Ovo. Sei que eu passei por isso, pelo menos no começo, então posso apostar que muitos dos que apontam a série como “sucks” também devem ter passado pelo mesmo. Sem mais delongas, vamos desmistificar a série agora e ao final deste post, talvez vocês decidam se amam ou odeiam Teen Wolf.

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A história gira em torno de Scott McCall (Posey), um adolescente que vê sua vida virar de cabeça pra baixo após ser mordido por um lobisomen. A trama acompanha os dramas do adolescente tentando lidar com sua nova condição, sendo orientado pelo lobisomen Derek Hale (Hoechlin) e encontrando seu primeiro amor na filha do caçador de lobisomens (sim, isso é que é drama, quase Malhação. Quase), Allison Argent (Reed), tudo isso, é claro, sendo acompanhado pelo seu melhor amigo (e também melhor personagem da série inteira) Stiles (O’Brien).

Lembro claramente de ouvir falar de uma série de lobisomens na MTV que estava fazendo o maior sucesso em meados de 2011, e eu, como uma apreciadora de histórias sobrenaturais, seja nos livros, no cinema ou na TV (vide minha lista de séries assistidas no Orangotag) precisava conferir o porquê de tanto alvoroço. Minhas primeiras impressões não foram muito satisfatórias. Primeiro os efeitos, ou defeitos especiais, como gosto de chamar carinhosamente, são de chorar. A história também não era grande coisa, o mesmo plot que já conhecemos. Garoto encontra garota, se apaixona pela garota, vira um ser sobrenatural e quando finalmente aprende a lidar com as coisas, descobre que a família da garota é sua pior inimiga. Alguém já viu algo assim antes? Já? Não é surpresa.

Agora, sabem o motivo de eu ter perseverado e finalmente ter chegado a terceira temporada da série? Ele tem um nome. Dylan O’Brien. Na série é o melhor amigo do protagonista, mas rouba totalmente a cena. A relação entre os dois e o próprio Stiles, leva a primeira temporada nas costas.

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Como sou guerreira e não desisto facilmente de uma série, voltei pra segunda temporada. Fui surpreendida com uma abertura empolgante (sim, pirei na abertura, sou dessas), e uma trama mais instigante, um corte de cabelo mais legal do Tyler/Scott, mas ainda assim defeitos especiais de dar urticaria, isso não melhorou. Ignorando esse fato dos efeitos, e da aparência dos lobisomens, a série evoluiu, os personagens passaram a ser mais bem definidos psicologicamente e o grupo se solidificou como um todo, trabalhando em equipe para solucionar os mistérios impostos pelos produtores, se protegendo e se ajudando, até mesmo aqueles que não eram “amiguinhos”. A segunda temporada de Teen Wolf me fez quicar na cadeira nos últimos episódios e depois ficar de queixo caído na season finale. Claro, essa temporada serviu para consolidar meu amor eterno pelo Dylan ♥

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 A terceira temporada foi uma doce surpresa. Confesso que saíram uns cinco episódios antes que eu me mexesse, baixasse (não é pirataria se for pra uso próprio, um beijo!) e assistisse. E então BAM! Temporada perfeita (até agora), com uma melhora nos efeitos especiais e o fim da chamada “corridinha do crew”, sabe como é, quando os lobisomens estão correndo pela floresta e tal, mas parece mais que tão dançando o crew; graças que não tivemos isso nessa temporada (até agora).

Além disso, a trama também está mais equilibrada, os coadjuvantes estão aparecendo mais e as cenas de luta não estão mais tão fake (eu não disse que não estão fake, disse que não estão tão fake). Some isso ao Dylan O’Brien ter deixado o cabelo crescer, e grande parte do elenco masculino estar andando por aí sem camisa (sorry guys), com os episódios acelerados e terminando inesperadamente de forma a instigar o público a pirar pelo próximo e aí sim, temos uma série que vale a pena.

Concluindo, vamos aos prós e contras:

Prós Contras
Dylan O’Brien Defeitos Especiais
Elenco muito amor Primeira temporada fraca
Lindos sem camisa Corridinha do crew
Dylan O’Brien Previsível
Melhora a cada temporada Lutas fake
A trama começou a surpreender Falta Daniel Sharman como personagem regular
Já mencionei Dylan O’Brien? Falta coerência
A camaradagem dos personagens Caracterização das criaturas sobrenaturais

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Enfim, não é a melhor série na TV atualmente, isso até eu posso admitir, mas da pra relaxar assistindo enquanto as outras estão em hiatus.

E você, ama ou odeia Teen Wolf?

 Xoxo.

P.

Na TV: Quando a season finale apaga uma temporada fraca

Morning, everyone!

Como estão nessa manhã maravilhosa? Eu vou muito bem, obrigada!

Senti uma necessidade alarmante de dividir com vocês minhas impressões sobre a season finale da série de TV “Arrow”, que, por motivos além de pessoais, também de força de vontade, eu havia abandonado faltando apenas 6 míseros episódios para o fim da temporada.

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Baseada nos quadrinhos da DC Comics que narram as aventuras do herói Arqueiro Verde, a série estreou em outubro de 2012 pela CW americana, e gira em torno do  playboy bilionário de Starling City, Oliver Queen, que passa cinco anos preso em uma ilha após um naufrágio que põe fim a vida de todos a bordo, incluindo seu pai, Robert Queen e Sara Lance, irmã mais nova da sua namorada Laurel. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com a mãe, Moira e seu novo marido, Walter, o antigo CFO da companhia do seu pai e que agora é o novo CEO. Ele também é bem recebido pela irmã mais nova, Thea, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn, filho do bilionário Malcolm Merlyn. Oliver também tenta reencontrar-se com a ex-namorada Laurel, mas ela o culpa pela morte da irmã, Sara, já que ambos estavam tendo um caso no momento do acidente.

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Durante o dia, Oliver finge ser um playboy bilionário; à noite, ele se torna um vigilante com capuz verde, seguindo os desejos do seu pai antes de morrer, corrigir os erros da família Queen, lutar contra os males da sociedade e restaurar a Starling City à sua antiga glória.

No elenco temos Stephen Amell, Katie Cassidy (quem não lembra da Ruby de “Supernatural” ou da Juliet  de “Gossip Girl”?), Colin Donnell, Colton Haynes (que deixou o elenco de “Teen Wolf” para ser personagem regular a partir da segunda temporada de “Arrow”), David Ramsey, Willa Holland, Emily Bett Rickards (vou shippar Felicity e Oliver pra sempre, não importa o quê!), Susanna Thompson, Manu Bennett e Paul Blackthorne. No Brasil a série é exibida pela Warner.

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Eu comecei a assistir “Arrow” por que sou uma tremenda fã de super-heróis, quer dizer, você não acompanha os 10 anos de “Smallville”, mesmo depois de a série ter começado a encher tanta linguiça que mais parecia churrasco de rua, se não for fã! Então eu comecei muito empolgada, mas senti, no decorrer da temporada, que a série não tinha o mesmo ritmo que, por exemplo, a própria “Smallville” tinha no começo. Os episódios eram lentos e nada instigantes, pelo menos pra mim. Cheguei ao cumulo de dormir enquanto assistia um (não me lembro qual) e isso nunca tinha acontecido antes.

Mesmo assim, por uma questão de respeito, e também por sempre tentar terminar o que começo, avancei na série. Ela tinha altos e baixos, uns dois episódios bons, como quando a Caçadora apareceu, seguido de mais um monte de capítulos água com açúcar.

O ponto alto da série foi, de longe, os flashbacks que mostravam Oliver na ilha em que ficou preso por 5 anos. Utilizando a fórmula de sucesso já usada antes em “Lost”, os flashbacks proporcionavam ao espectador uma outra trama dentro da mesma série, essa sim, com um objetivo mais definido.

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Em abril meu netbook finalmente entrou em coma e encontra-se na mesa de cirurgia até hoje. Depois disso precisei priorizar algumas séries, pois estava assistindo-as no notebook do meu irmão, e não da pra abusar. “Arrow” foi uma das séries que ficaram pra escanteio, e desde então não tinha me mexido para termina-la.

Isso mudou essa semana, quando fui conferir as datas de estreias das novas temporadas e vi algo sobre a série, principalmente a ansiedade das pessoas pelo inicio do segundo ano do show. Curiosa, fui ler mais a respeito, e imaginem minha surpresa ao descobrir que exatamente quando parei de assistir a série, ela deslanchou! Baixei os 6 episódios faltantes imediatamente e criei um cronograma de leitura e episódios no metro. A leitura foi pelos ares depois de ver o episódio 19 e eu não parei mais.

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Os últimos capítulos da primeira temporada adquiriram um objetivo que o resto da série não havia tido até ali. E a season finale em especial, foi apenas o melhor final de série do ano. Teve de tudo, e podemos classificar como épico com facilidade. Cenas de ação de tirar o fôlego, a corrida contra o tempo, a vida de tantos personagens em risco e o clássico “será que eles vão conseguir?” não saía da minha cabeça. Foi um episódio que me deixou apreensiva, emocionada, apaixonada, e que também de fez rir, acreditem.

Saí do metro com o celular nas mãos e simplesmente não podia dar pause faltando 6 minutos para o fim do episódio. Desci a Av. Faria Lima aos prantos, cheia de “ahnnns” e “ohs” e quando acabei me juntei ao grupo dos que mal podem esperar para assistir a segunda temporada, que tem estreia marcada para 09 de outubro deste ano, e já teve o nome do primeiro episódio revelado: “City of Heroes”.

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A nós só resta torcer para que a segunda temporada mantenha o foco e o ritmo dos últimos episódios e valha muito a pena 😀

E você? Ansioso para a season première de “Arrow”?

Xoxo.

P.