Na Estante: “Estilhaça-me”

Aloha, sponges!

Hoje vamos falar de um dos livros distópicos mais apaixonantes que já li! Ele é encantador, poético e vertiginoso!

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Como todos sabem, ou não, tenho um enorme fraco por romances distópicos que costumam ser mais platônicos que qualquer outra coisa. Normalmente se passando em sociedades opressoras, onde um simples toque é um crime, e o amor proibido dos protagonistas te faz devorar páginas e mais páginas sem se dar conta do tempo. Esses romances me conquistam e fazem meu coração doer, mesmo sendo muito parecidos entre eles, com elementos já conhecidos, eles têm suas diferenças e características que os fazem únicos.

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No romance de Tahereh Mafi, Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é letal, mas o Restabelecimento tem planos para ela. Planos para usá-la como arma. E Juliette tem seus planos. Após uma vida inteira sem liberdade, ela descobriu uma força para lutar contra todos pela primeira vez — e para obter um futuro com o único garoto que ela pensou que fosse perder para sempre.

Acho que o que faz de “Estilhaça-me” um romance único é o jeito com que Tahereh Mafi escreve. Nunca li nada parecido. No começo pareceu confuso, mas a partir do momento em que você entra no embalo das frases e sentenças tudo parece fazer mais sentido, fluir melhor, soa mais verdadeiro. É como se você estivesse na pele da protagonista, com as emoções a flor da pele. Não acho que algum dia uma personagem tenha sido tão desnudada aos olhos do leitor como Juliette Ferrars foi nesse primeiro romance da autora.

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A história se passa num futuro não muito distante, onde a Terra está morrendo, arrasada e devastada pela inconsequência do homem. As nuvens são das cores erradas, os pássaros não voam mais, os animais estão doentes e a população está morrendo de fome, sendo controlada pel’O Restabelecimento, que prometeu fazer a sociedade voltar a ser o que era antes. Não é surpresa nenhuma quando tudo o que O Restabelecimento faz é oprimir os cidadãos, matar os fortes demais para uma rebelião, desprezar idosos e crianças. Vamos conhecendo essa realidade no decorrer do livro, morrendo de curiosidade para saber mais e descobrir o que aconteceu, já que a protagonista (nossos olhos e ouvidos nessa história) está presa em um manicômio há cerca de 3 anos e há 264 dias não toca ninguém. Juliette é uma garota de 17 anos, e um dos únicos personagens essencialmente bons a quem me afeiçoei. Normalmente tenho uma queda por personagens com desvios de caráter e os bonzinhos demais chegam a me irritar. Mas foi diferente com a mocinha de Tahereh Mafi, talvez por causa de seu dom, que me lembrou tanto a minha personagem favorita dos X-Men, que foi impossível não gostar.

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O toque de Juliette é letal, até mesmo fatal. Seus próprios pais lhe viraram as costas e ela sempre sofreu com o preconceito e a culpa de ser quem é. No inicio da trama é possível pensar que a personagem tenha até enlouquecido durante os anos de confinamento. A repetição de palavras, uma atrás da outra, as sentenças riscadas, o querer e não poder querer, ela é um livro aberto para o leitor, insana e esquecida de quem é. Pelo menos até ganhar um colega de cela, que faz perguntas demais e não responde nenhuma das dela.

Adam é um garoto que deve ter a idade dela, com tatuagens nos braços, olhos profundamente azuis e um sorriso fácil. O motivo de ele estar ali é um mistério e não sei dizer se é por que vemos tudo pelos olhos de Juliette (e tudo com ela é tão intenso e real que você acaba assimilando suas emoções), mas simplesmente não tem como não se apaixonar por ele.

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E como dito anteriormente, costumo ter um fraco por personagens com desvios de caráter. Nesse livro não é diferente. Nosso vilão é o líder do Setor 45, que têm uma obsessão por Juliette e pelo poder dela. Apesar de ter apenas 19 anos, Warner é implacável, gosta de poder e está disposto a tudo para obtê-lo e mantê-lo. Ele pode ser bem desprezível, mas vou confessar, gostei muito dele.

Outra coisa que também gostei muito nesse livro é o crescimento da personagem principal. Conforme a história evolui, a própria Juliette evolui também. Conforme ela vai ficando mais sã as frases riscadas vão ficando mais raras no decorrer das páginas. Há verdade em seus pensamentos sobre si mesma, sobre as situações em que ela se encontra, sobre Adam e até mesmo sobre Warner.

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Este primeiro livro fecha um ciclo de autoconhecimento para Juliette e nos dá um formidável gancho para a continuação “Liberta-me” (já lançado no Brasil e tão incrível quanto o primeiro! Aguardem uma resenha, ela virá!). Antes deste, ainda temos um e-book do ponto de vista de Warner, uma espécie de “1.5” intitulado “Destrua-me”, e disponibilizado gratuitamente no site da Editora Novo Conceito (por algum motivo saiu do ar, mas não importa, você pode baixar aqui). E esse e-book, juro, mexeu com todos os meus feelings em relação ao vilão que adorava odiar e agora adoro amar!

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Esse mês foi lançado pela Novo Conceito o terceiro e provavelmente (isso por que o livro termina cheio de aberturas para uma continuação) ultimo livro da trilogia, “Incendeia-me” (a resenha também virá, rs.), além de um e-book do ponto de vista de Adam, o “2,5”, “Fragmenta-me”, baixe aqui ou aqui, é de graça :D. Lá fora esses e-books foram lançados juntos em uma edição impressa chamada “Unite me”, só nos resta orar muito para que a editora que detém os direitos de publicação da série no Brasil lance esse também 😀

Tenho uma espécie de adoração pelas capas americanas, acho lindas, super artísticas e resumem bem o sentimento de cada livro. Graças a Deus a Novo Conceito vai relançar os livros com novas capas, iguais as americanas *—* e pra quem já tem os livros com as capas antigas (meu caso), eles disponibilizaram jackets gratuitas pra sua coleção ficar lindona também!

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E vocês, curtem uma boa distopia?

xoxo.

P.

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Esmalte da Semana: Tá tendo Copa!

Oi Gente! Tudo bem?

Não sei se todo mundo sabe, mas sou meio doente por Copa do Mundo! Daquelas que assistem todos os jogos, fazem tabelinha de papel, discutem todos os lances com o pai no sofá da sala e torcem contra a Argentina!

Enfim, estou meio insana com essa Copa (MELHOR. COPA. EVER.), e como toda pessoa meio crazy, em dia de jogo eu viro uma bandeira brasileira ambulante, toda em verde e amarelo, azul e branco HAHAHAHAHHAHAHAHA, pensando em todo o arranjo que faço, resolvi compartilhar com vocês minha unha dessa semana, feita para o jogo de segunda contra Camarões, e que vai servir também pro jogo de sábado contra o Chile.

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Como podem ver é bem simples, uma filha única nas cores principais da nossa bandeira, mas achei um charme 🙂

Antes de começar com essas cores, fiz todo o ritual da unha, rs.

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Tirei cutículas, lixei bem e utilizei a Base Vitaminada da Impala, que é uma das minhas favoritas no mundo inteiro. Eu sempre usei as fortalecedoras e as típicas Casco de Cavalo e Casco de Tartaruga, por que, como comedora compulsiva de unhas por anos, as minhas sempre quebravam. Mas as vezes, não sei se por causa dessas bases, minhas unhas escamavam muito e tinham até algumas manchas. Depois que comecei a usar essa vitaminada não tive mais problema de escamação, nem manchas brancas 🙂

As cores são o Verde Palmeira da Colorama e o Amarelo Real da Risqué. Pra conseguir esse efeito usei duas mãos de cada esmalte.

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Espero que tenham gostado *—*

VAAAAAI BRASILLLL!

xoxo.

P.

 

Na Estante: “Tamanho 42 Não É Gorda”

Bom dia, sponges lindos do meu coração!

Eu tenho uma ídola!
Amo tanto ela, mas tanto, que dei seu nome pra minha cachorrinha diva! Imagino que seja o efeito desse nome que faça da minha cadela tão lady e tal, por que não há outra explicação! E tudo bem, chegar pra sua autora favorita no mundo inteiro e dizer “te amo tanto que batizei minha cachorra em sua homenagem” não deve ser muito legal, mas na hora pareceu uma boa ideia, rs.

Enfim, eu comecei a ler com Harry Potter, mas foi Meg Cabot que me fez pegar o gosto pela leitura! Costumo dizer que a Meg é o equivalente feminino do John Green, por que não importa o que qualquer um dos dois escrevam, eu vou beber todas as suas palavras em um cálice de ouro sem nem mesmo pestanejar!

Então hoje, no “Na Estante”, vamos falar de uma das séries mais divertidas e adultas da Meg, “Mistérios de Heather Wells”, mais precisamente sobre o primeiro livro da saga, “Tamanho 42 não é gorda”.

Os Mistérios de Heather Wells

Neste novo sucesso, Meg Cabot nos apresenta Heather Wells, uma cantora pop que chegou a um ponto nada desejado de sua carreira artística: o fundo do poço. Nenhuma gravadora se interessa por suas músicas, o pai está atrás das grades e a mãe fugiu para Buenos Aires com todo o seu dinheiro… mas, quando Heather arruma um trabalho de inspetora em uma faculdade, tudo muda… ou, pelo menos, é o que parece.

Bom gente, pra descrever literalmente a situação da Heather nesse livro preciso usar as palavras da Rachel Green (personagem da série de TV “Friends”): “existe o fundo do poço, e então 30 cm de cocô” e aí, depois disso você encontra a Heather Wells, HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!

Enfim, depois de perder o contrato com sua gravadora (por querer cantar apenas composições próprias), pegar o noivo com a boca na botija (ou a amante com a boca na botija dele), e ser roubada por sua mãe (que fugiu para a Argentina com todas as suas economias e o seu agente), a ex sensação da musica pop, que já foi idolatrada por adolescentes devido ao seu sucesso “Vontade de te Comer”, agora é diretora assistente do Conjunto Residencial Fischer, um alojamento da faculdade de Nova York, mora de favor na casa do irmão mais velho do ex noivo (em troca de fazer sua contabilidade, já que ele tem uma empresa de investigação particular) por quem está perdidamente apaixonada, e ainda por cima está acima do peso. Bem acima do peso. Mas tudo bem, por que tamanho 42 não é gorda, é a média da mulher americana.

O trabalho no Conjunto Residencial Fischer só lhe rende 30 mil por ano, o que mal dá pra comprar um bagel com cream-chese e bacon (sério, Heather também é minha ídola só por comer isso no café da manhã!), mas pelo menos Heather mora há dois minutos de distancia do trabalho, e ainda tem a perspectiva de fazer faculdade sem pagar a mensalidade (e finalmente conquistar Cooper, que parece gostar muito mais de mulheres com formação superior), assim que passar do período de experiência de 6 meses.

Tudo parece estar nos eixos, pelo menos até encontrarem uma garota residente morta no fosso do elevador do Alojamento Fischer.

A policia acredita que foi um acidente, que a garota caiu enquanto praticava surfe de elevador (um tipo de febre entre os universitários residentes), mas Heather sabe que garotas não praticam surfe de elevador, muito menos uma garota tão certinha quanto aquela, e quando, uma semana depois, outra garota é encontrada morta no mesmo local e com as mesmas características da primeira, Heather está convencida de que há um assassino a solta no Conjunto Fischer e que ele vai matar de novo. Acontece que ninguém parece acreditar nela, nem mesmo Cooper, e é por isso que ela resolve investigar esses crimes por conta própria e a se meter nas maiores encrencas no caminho.

“Tamanho 42 não é gorda” é o tipo de livro pra quem gosta de dar boas risadas, no melhor estilo chick-lit, Meg Cabot nos presenteia mais uma vez com sua narrativa fluida e divertida, com uma protagonista carismática e engraçada com um grande coração e um talento incrível para entrar em confusão. Não tem como não se apaixonar por cada um dos personagens da Meg pelo meio do caminho, mesmo aqueles detestáveis, que só a autora sabe compor! Sério, a Meg tem um talento para criar personagens verdadeiros e engraçados, mesmo que eles estejam fazendo o papel de “vilão” da vez, não dá pra não amar!

E uma das coisas que mais gostei nessa série é o mistério. Você fica o tempo todo tentando descobrir quem é o assassino e torcendo ferrenhamente para o Cooper dar uma chance pra Heather, rs.

Eu jurava que seria apenas uma trilogia, e a história da Heather acabaria no terceiro livro, mas então por esses dias estava dando uma olhada no Facebook  da Meg Cabot (sim, sou dessas stalkers mesmo!) e vi que ela estava postando imagens de divulgação do 4º livro! Dei vários pulinhos de alegria e fiz dancinhas da vitória completamente vergonhosas aqui, mal posso esperar pra ler mais um livro dessa série, e mais um livro da Meg ♥

Enfim, espero que tenham gostado 🙂
Tem algum fã da Meg por aí? Rs.

xoxo.

P.

Na TV: HIMYM – The Series Finale

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Boa tarde, sponges!

Como todos devem saber (ou não), na ultima segunda-feira (31/03) foi ao ar a series finale de uma das séries de comédia mais aclamadas dos últimos 9 anos, “How I Met Your Mother”.Aqui no blog fizemos um post contando mais sobre os personagens e a história das 8 primeiras temporadas. Você pode lê-lo aqui.

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Enfim, como sempre, não consegui assistir o episódio ao vivo, exibido nos Estados Unidos pela CBS na segunda, simplesmente por que não funciono sem as legendas. Então, já que eu estava aguardando ansiosamente a liberação das legendas, e depois ansiosamente a minha chegada em casa após o expediente para poder assistir o último episódio das aventuras de Ted, Barney, Robin, Lily e Marshall, apresento a vocês (com um dia de atraso) a minha resenha, comentário, resumo, rasgação de verbo e, por que não, a abertura do meu coração.Antes de mais nada já aviso: o texto é totalmente emocional – muitas vezes desconexo, mas farei o melhor que puder para abrandar todos os sentimentos conflitantes, que mesmo depois de uma noite insone sendo remoídos, ainda não fazem muito sentido. Sentem-se, apertem os cintos e desfrutem, por que isso vai ser legen… wait for it… dary!

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Alerta, o texto abaixo contém todos os spoilers possíveis! Se você ainda não assistiu a série ou, principalmente, se você ainda não assistiu esse ultimo episódio e não quer saber de tudo, de tudo mesmo, pare agora e volte mais tarde.

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Bom, como disse, fiquei me remoendo a noite toda depois de terminar o episódio, e finalmente cheguei a conclusão de que eu gostei, já que era o que queria desde o começo (Ted e Robin juntos), mas já tinha perdido as esperanças de acontecer. Ted e Robin, pra mim, era tipo Ross e Rachel. Platônico. Desde sempre.

De certa forma acho que fui muito burra de não ter percebido antes, por que fez total sentido. Foi como as crianças falaram: a história mais se tratou do Ted apaixonado pela Robin do que da mãe deles, que mal apareceu.

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Mas mesmo assim fiquei muito triste (não sei se é possível gostar e amar e mesmo assim ficar triste), por que nessa temporada eu aprendi a amar a Mother (Tracy ♥), e ela era realmente perfeita pro Ted, em todos os sentidos. Passei todos os momentos dela nessa series finale dizendo em voz alta “eu amo essa garota, ela é perfeita!”. Ou seja, eu ja tinha aceitado, gostado e torcido por eles! Já estava shippando como se não houvesse amanhã! Aquele momento em que Ted conta pra Lily e Marshall que não vai mais embora, que conheceu uma garota e em seguida liga pra ela, e o Marshall todo preocupado diz pra Lily que o Ted já se apaixonou muitas vezes antes e já quebrou muito a cara, e então a Lily ta olhando pro Ted daquele jeito e diz algo como “nunca desse jeito” me emocionou profundamente, eu acreditei demais que aquela era a alma gêmea dele. Achei perfeito. E comecei a chorar.

E podia acabar ali que continuaria perfeito! Aquela cena deles conversando sob o guarda-chuva ta me arrancando lágrimas até agora…

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O divórcio da Robin e do Barney foi um choque. Tipo… Achei q eles iam viver felizes para sempre. Obviamente os roteiristas já tinham tudo na cabeça deles desde o começo, até por que as cenas com os garotos já estavam filmadas, mas obviamente eles perderam o controle do casal R/B, ganhou uma dimensão muito grande, ficou intenso demais, eles perderam o timing… Inclusive achei o divórcio meio blé, depois de tudo que eles passaram… Enfim, Carter e Craig criaram um monstro.

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Esse foi o pecado deles (na minha opinião, claro). Quer dizer, eles tinham uma ideia muito clara no começo da série, isso deu pra perceber. Mas durante esses 9 anos a história ganhou vida própria, foi por outro caminho, saiu dos trilhos previamente planejados por eles, e mesmo assim eles não mudariam, o final seria aquele que eles sempre haviam imaginado. Pegaram a história que já estava em outra rota e trouxeram ela de volta.

Apesar desse sentimento de que tudo ficou muito abrupto, achei o final lindo. Todos os meus amigos sabem meu fraco por aquela corneta francesa azul… Então gostei, amei, chorei igual uma retardada… Mas fiquei com aquela sensação de “tarde demais” dentro de mim, acho que principalmente por que já tinha rolado uma aceitação de que Ted e Robin não ficariam juntos e eu já estava muito satisfeita com o desfecho, ficou uma sensação de que o que o Ted e a Tracy tinham era muito maior do que o que o Ted e a Robin tiveram… talvez se o terreno tivesse sido preparado melhor eu não estranhasse tanto a ideia… me apeguei demais a Mother. Chorei em grande parte por que ela morreu.

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A outra grande parte do meu choro foi naquela cena de Barney segurando a filha pela primeira vez.  Me matou, foi perfeito dentro do final que o Carter e o Craig designaram pra ele… e apesar de ter gostado desse final pra ele, fiquei com um pouco de medo de ele ter regredido, como naquela parte em que a Lily diz q ele já tinha 40 anos e continuava com as mesmas praticas das primeiras temporadas, foi quase uma “desconstrução”, por que na vida a gente muda e evolui, não é como se pudéssemos voltar a ser o q éramos no começo da jornada. Amei ele ter uma filha, ele vai pagar todos os pecados dele com as mulheres agora HAHAHAHAHAH e serviu pra ele amadurecer também, continuar o mesmo cara legendary, mas ter um crescimento.

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Naquele momento em que todos estão no bar e Marshall vira pros rapazes e pergunta se eles sabiam o que já tinha rolado ali, fiquei esperando uns flashbacks… se tivesse eu choraria mais. Não teve, superei.

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Quando o episódio terminou e vi as carinhas de todos eles na primeira temporada, tudo o que eu queria era assistir o Pilot da série novamente, e ver tudo de novo.

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E é isso, minha gente. Acho que não fez muito sentido, amei, chorei, fiquei com um buraco no peito, queria que as coisas fossem diferentes, queria que elas fossem exatamente assim. Me peguei me sentindo enganada, e talvez, se eu não tivesse ficado perdidamente apaixonada pela Mother durante essa season 9, eu poderia ter dado pulinhos e saído dançando pela casa. Foi um turbilhão de emoções, hê. E no fim das contas fez sentido, principalmente o por que e o como essa história tinha sido contada pros filhos dele. Foi bonito e corajoso, assim como isso:

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Vou amar HIMYM pra sempre, e assistir pra sempre, do mesmo jeito que faço com Friends até hoje.

Agora é a hora de vocês darem suas opiniões. O que acharam do post? Ou melhor, o que acharam do final da série?

Xoxo.

P.

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Na TV: #WhoShotEmily

Afternoon, sponges!

Como muitos sabem (ou não) no ultimo domingo, 29/09, foi ao ar pela ABC a Season Premiere do terceiro ano de Revenge. Infelizmente só consegui conferir o episódio hoje pela manhã e, claro, corri aqui pra contar tudo pra vocês, por que, sério, que estreia foi essa??

Então, força na peruca, se você ainda não terminou a segunda temporada pare por aqui mesmo, por que o texto abaixo possui spoilers.

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O show é baseado no livro de Alexandre Dumas “O Conde de Monte Cristo”, e conta a história de Emily Thorne, uma garota misteriosa que chega aos Hamptons, em Nova York, em busca de vingança contra aqueles que destruíram sua família. Emily é, na verdade, Amanda Clarke, uma garota que morou ali na infância e que agora aluga a mesma casa na qual viu seu pai ser preso por um crime que não cometeu. Agora rica e mais emancipada, a garota retorna para a cidade e começa a executar seu plano, derrubando um inimigo por vez.

Refrescando a memória dos mais esquecidos, na ultima temporada (mais precisamente no ultimo episódio), tivemos algumas bombas (tanto figurativa, quanto literalmente falando, hê!). Vamos em tópicos:

  • Descobrimos que a noiva de Takeda foi morta no atentado de avião que culminou na prisão de David Clarke;
  • Aiden matou Takeda (ele teve seus motivos, mas estava torcendo muito pro japa acabar com ele, me julguem);
  • A Iniciativa não existe, é  na verdade um conjunto de empresários, dispostos a lucrar, e tem a participação do Conrad nas suas decisões;
  • Conrad explodiu o próprio escritório em NY, tentando matar dois coelhos com uma cajadada só… Um desses coelhos era Jack, mas o tiro saiu pela culatra e em vez disso…
  • …Declan morreu;
  • O outro tiro acertou o alvo, e Conrad foi eleito Governador de NY;
  • Nolan é preso injustamente pelo assassinato de Padma;
  • O filho perdido de Victoria aparece;
  • E, enquanto Jack tenta assassinar Conrad a tiros na posse, numa sequencia incrível de tirar o fôlego, temos Emily tentando impedi-lo ao dizer:

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Depois de sermos deixados meses surtados por causa desse final, por que acabou exatamente assim, com essa cara de chocado/chatiado do Jack, finalmente tivemos um retorno de matar da série, que compensou esses meses na seca.

O episódio já começa com um daqueles famosos flashforwards (que, pra quem não sabe, é um “flashback do futuro”), que desde o primeiro episódio da primeira temporada nos deixam passados e ávidos por descobrir o que realmente aconteceu e como chegamos àquilo! Vemos Emily vestida de noiva, com um copo de champanhe em uma barco, dai ela se vira, encara quem quer que seja, diz: “I’m sorry” e toma três tiros!

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Até ai nem estamos tão chocados, afinal foi uma das primeiras cenas disponibilizadas na promo. Só resta a pergunta, e a hashtag#WhoShotEmily? Provavelmente descobriremos antes do grande hiatus de dezembro. Oremos.

A história da terceira temporada, depois do flashforward, começa seis meses depois dos acontecimentos bombásticos (hê!) do ano anterior.

revenge_season_3_by_myrmorko-d5rsu9fEmily e Daniel continuam noivos, e nossa protagonista favorita esta organizando a festa do Memorial Day; Victoria passou todos esses meses na companhia de Patrick, seu filho perdido, que por acaso é o Arqueiro Verde de Smallville, e reclusa em sua casa dos Hamptons; Charlotte volta de uma temporada na Europa toda repaginada depois de perder Declan e o bebê; Jack, depois de descobrir que Emily é na verdade Amanda, fechou o bar, pegou o Carl e se mandou; Nolan finalmente consegue se livrar das acusações e é solto; Aiden sumiu (posso ouvir um aleluia, irmãos?); Conrad está preparando seu quadro de governador para apresentar no Memorial Day; e Ashley está na rua da amargura, tentando chantagear Emily (tsc, olha quem ela vai cutucar!) em busca de dinheiro;

O que mais gostei da estreia foi sentir a mesma sensação que tive na primeira temporada da série, que foi fantástica! Querendo ou não, senti que Revenge perdeu um pouco o ritmo no ano 2, me fazendo ter aquela vontade louca de assistir só na Season Finale mesmo! Agora, tenho fé nessa terceira temporada, que tem muito cara de ultima, mas ainda é cedo pra nos adiantarmos.

Um dos pontos altos pra mim foi um diálogo incrível em Emily e Victoria, em que as duas se ameaçam a cada fala e tão sutilmente, que é eletrizante! Outro ponto, claro, foi Nolan chegando à festa do Memorial Day de para-quedas!

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Mais uma coisa que me deixou chocada: aposto que todos se lembram do beijo super hot entre Emily e Jack, aquele que vimos na promo. Pois é, a gente já vai conferir ele nesse episódio. O mais surpreendente é o que acontece depois do beijo. Não vou comentar, assistam!

E, claro, não posso esquecer da teia intrincada que Emily teceu nesse episódio e que também não vou comentar pra não estragar a surpresa, mas digamos apenas que depois dessa deu pra entender direitinho por que Ashley não estará nessa temporada, hê! A imagem abaixo, e a frase “O que somos, goste ou não, é uma família” saída da boca de ninguém mais, ninguém menos que Victoria Grayson, dispensa maiores comentários:

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Além de nos matar durante todos os 43m31s de episódio, os produtores ainda nos deixaram com um final de fazer o ass cair da bunda! Aiden finalmente resolveu dar as caras, e vocês nem imaginam pra quem! E ainda, eis que Emily finalmente decide marcar a data de seu casamento com Daniel. Marquem em suas agendas, 8 de agosto:

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Agora, meus amigos, ficam as perguntas #WhoShotEmily, #WhereIsAiden e #WhoIsPatrick? Por que #RevengeIsBack e o circo vai pegar fogo!

Pra quem vai esperar a estreia no Brasil, a Sony já anunciou que quarta-feira, 09/10, às 22h tem episódio fresquinho! Fiquem ligados!

E aí, algum palpite? Quem você acha que atirou na Emily?

xoxo.

P.

Na Estante: “Feita de Fumaça & Osso”

Hello, sponges!

Acabei de terminar o livro “Dias de Sangue & Estrelas”, da Laini Taylor, segundo volume da trilogia “Feita de Fumaça & Osso”, que, se me perguntarem, é uma das melhores histórias que já li for life!

Eu estava simplesmente em desespero para ler essa continuação, do tipo que acompanhou todas as fases de impressão e distribuição pelo Face da Intrínseca, e rodou a Bienal do Rio inteira atrás do livro… Claro, antes de resenhar pra vocês esse livro, nada melhor do que falar um pouco sobre o primeiro volume dessa épica história de amor, traição, fantasia e guerra, muita guerra.

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Pelos quatro cantos da Terra, marcas de mãos negras aparecem nas portas das casas, gravadas a fogo por seres alados que surgem de uma fenda no céu. Em uma loja sombria e empoeirada, o estoque de dentes de um demônio está perigosamente baixo. E, nas tumultuadas ruas de Praga, uma jovem estudante de arte está prestes a se envolver em uma guerra de outro mundo. O nome dela é Karou. Seus cadernos de desenho são repletos de monstros que podem ou não ser reais; ela desaparece e ressurge do nada, despachada em enigmáticas missões; fala diversas línguas, nem todas humanas, e seu cabelo azul nasce exatamente dessa cor. Quem ela é de verdade? A pergunta a persegue, e o caminho até a resposta começa no olhar abrasador de um completo estranho. Um romance moderno e arrebatador, em que batalhas épicas e um amor proibido unem-se na esperança de um mundo refeito.

Quando você sabe o que mais deseja e mantém isso aceso como uma chama dentro de si, pode fazer as coisas acontecerem, quase como mágica.”

Primeiramente gostaria de dizer que essa Laini Taylor sabe o que está fazendo! Esse foi um dos livros mais misteriosos que li ano passado, me fazendo devorar as páginas avidamente, sem me preocupar com tempo ou espaço, e precisando apenas saber o que estava acontecendo.

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Uma das coisas que mais gosto é que o livro foge de todos os padrões de literatura fantástica da atualidade. Pra começo de conversa, a história se passa em Praga *—* e a autora pegou elementos mitológicos já muito conhecidos nossos, fez uma mistura e criou algo totalmente novo e encantador, nos dando outra visão de mitos clássicos.

– O amor é um luxo.

– Não, o amor é um elemento.

Um elemento. Como o ar que respiramos, a terra em que pisamos. ”

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Não quero falar muito sobre a história, sei que isso é importante em toda resenha, mas uma das coisas que mais me instigou a ler esse livro foi todo o mistério proporcionado por uma sinopse super vaga. Lembro que antes de começar a leitura, eu lia a parte de trás do exemplar, ou as orelhas e não entendia nada de nada e só queria saber o que me aguardava por que tudo era, no minimo, instigante.

A personagem principal, Karou, me ganhou só por ter o cabelo azul e diversas tatuagens (não tenho nenhuma, mas aprendi a achar bonito). O cabelo dela não é tingido, ele nasce exatamente dessa cor, como, vocês precisam ler para descobrir (hê!). Mas acho que o mais importante sobre Karou é que ela não é uma protagonista bundona. Ela é misteriosa, divertida, corajosa e não é cheia de mimimi’s. Ela não está esperando seu príncipe encantado. Sabe que as coisas são como são e, pasmem, não é virgem! Não que ser virgem seja algo ruim, mas acho que estava meio cansada de heroínas virginais e intocadas.

-Você já se perguntou alguma vez se os monstros fazem as guerras ou se as guerras é que fazem os monstros?”

Outra coisa que fez desse livro tão especial, foram as personagens. Laini Taylor as concebeu incrivelmente completas e intensas. Adorei cada um dos diálogos inteligentes e cada uma das situações e palavras que faziam de cada um alguém real e único. E, mesmo com os diálogos despojados, sentia em cada página que tinha algo de poético nesse livro.

– As borboletas no estômago. – Karou suspirou. – Eu sei. Sabe o que eu acho? Acho que as borboletas estão sempre no seu estômago, em todo mundo, o tempo todo…

– Como bactérias?

– Não, não como bactérias, como borboletas, e as borboletas de algumas pessoas reagem às de outras por algum motivo químico, tipo feromônio, de forma que, quando estão próximas, suas borboletas começam a dançar. Elas não podem evitar… é químico.

– Químico. Isso, sim, é romântico.

– Não é mesmo? Borboletas idiotas.”

O livro é imensamente romântico, sem ser meloso e por trás de tudo existe uma trama intrincada. Um quebra-cabeças que finalmente montamos no final do primeiro volume e então somos catapultados para algo maior, por que de repente todos aqueles problemas se revelam serem apenas a ponta de um imenso iceberg!

De certo modo, um ciclo da história se fecha neste primeiro volume e então temos um incrível gancho para o segundo livro. Algo pra te deixar surtada e ansiosa para o próximo romance.

Deve-se morrer com orgulho quando não é mais possível viver com orgulho. Nietzsche disse isso, sabe? Homem sábio. Grande bigode.”

Enfim, não me lembro quanto paguei no livro quando comprei ele, mas achei uma super promoção na Siciliano  e na Saraiva por R$ 9,90, mas varia bastante, como podem ver aqui no Buscapé.

O que acharam? Todos curiosos para descobrir quem realmente é Karou?

xoxo.

P.

Achados: Jaquetas de Couro

Boa noite, sponges!

Sábado passado fui ao São Bernardo Plaza Shopping com a minha mãe, sem compromisso. Era aquele fim de semana antes do pagamento, em que você está com uma mão na frente e outra atrás, economizando até no almoço na praça de alimentação.

Fomos apenas pra dar uma voltinha, e como não podia faltar, entramos na C&A pra dar uma olhadinha nas roupas.

Antes de mais nada, vocês precisam saber que sou uma verdadeira garimpeira de roupas. Sou do tipo que entra nas lojas e fica horas, olhando diversas vezes as mesmas araras em busca de preços baixos. Se tem uma coisa que faz meu coração acelerar é uma etiqueta laranja. Ou uma plaquinha de 50% OFF.

Pois bem, estávamos nós garimpando pela loja (e sim, mesmo que eu não fosse comprar nada, não podia me impedir de ficar olhando as roupas e chorando minhas pitangas em cima de todas aquelas etiquetas laranjas) quando encontrei uma arara cheia de jaquetas de couro. Até ai, tudo bem. Araras com jaquetas de couro na C&A são absolutamente normais. Mas então, quando eu virei a etiqueta pra conferir o preço e dei de cara com aquela tarja laranja enorme e a bagatela de apenas R$ 69,90 por cima do preço de R$ 169,00, entrei em parafuso.

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Então queridos, nunca agradeci tanto minha mãe em toda a minha vida por ter me emprestado o Cartão C&A dela, por que, sério, quando, no mundo inteiro, vamos conseguir comprar uma jaqueta de couro boa (já faz 4 anos que comprei uma na loja e ela está firme e forte até hoje) por esse preço?

Tirei algumas fotos das jaquetas (por que obviamente eu não ia comprar só uma), e vocês podem espiar abaixo como são lindas:

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Sim, sim. Foram 4. Por que além de bookholic, movieholic, tvholic workholic, as vezes, eu também sou meio shopaholic, hê! Mas uma promoção como essa não da pra gente perder! São produtos de qualidade que nunca baixaram tanto e, acredito, nunca mais vão baixar.

Além de tudo elas são lindas! Vestem bem com tudo, são quentinhas e têm um caimento perfeito!

E aí, sponges? O que acharam dos meus “achados”?

xoxo.

P.

Na TV: “Um mini filme da Marvel pra gente toda semana”

Boa tarde, sponges!

O “Na TV” de hoje vai falar sobre uma das estreias mais aguardadas do Fall Season 2013! Se você perdeu o episódio de ontem no Canal Sony, ou não tem certeza se quer realmente assistir ao show, se prepare, a gente vai mostrar sem spoilers a promessa da série e ainda dar a nossa opinião (hê!).

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A trama de Agents of SHIELD se passa depois da batalha de Nova York no longa “Os Vingadores”. O agente Phil Coulson (Clark Gregg) – cuja morte foi forjada por Nick Fury – organiza um pequeno grupo de agentes para resolver casos que ainda não foram classificados.

O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

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Vamos dar uma espiadinha em cada um dos agentes:

AGENTE PHIL COULSON

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Agente Phil Coulson é o agente da SHIELD, o “homem comum” em um universo cheio de super-heróis. Todos os dias ele está em algum lugar fazendo algo para SHIELD. Ele sabe como permanecer firme, mas não leva a vida muito a sério.

AGENTE MELINDA MAY

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Melinda May é uma piloto, especialista em armas. E é conhecida por ir além da chamada do dever. Ela tem habilidades quando se trata de armas e ser uma piloto, mas suas experiências podem tê-la deixado muito tranquila e um pouco danificada.

AGENTE LEO FITZ

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Agente Leo Fitz é especialista na parte técnica do armamento, trabalhando principalmente com engenharia. Ele é um nerd e tem um relacionamento com Jemma Simmons.

AGENTE JEMMA SIMMONS

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Agente Jemma Simmons lida com biologia e química, ela é um pouco nerd e passa a maior parte de seu tempo com Leo Fitz, que ela treinou.

AGENTE GRANT WARD

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Agente Grant Ward é altamente qualificado, uma espécie de “estrela em ascensão”, conhecido por ser mortal, preciso e calmo sob fogo, mas, aparentemente, não é tão bom quando se trata de lidar com as pessoas e tem tendência a estragar as relações interpessoais. Ele é tranquilo, com um pouco de paciência, mas ele é o tipo de cara que sobe no seu conceito.

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Skye é divertida, inteligente, carinhosa e confiante com a capacidade de obter a vantagem, usando sua inteligência e charme. Ela é um pouco obcecada com o mundo dos super-heróis e as organizações que existem dentro dele.

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Agora, a minha primeira impressão dos personagens, fora o Coulson e a Skye, foi de que eles eram meio forçados. Não sei explicar. Eles não pareceram muito naturais a meu ver. O Grant parecia “engessado”, e Fitz e Simmons pareciam ter apenas uma loucura e nerdisse artificiais. Não foi muito espontâneo. Quanto a Agente May, gostei da atuação da atriz, mas a personagem dela não foi muito cativante. Acho que ainda precisamos de tempo para conhecer todos eles.

O plot da série também me surpreendeu. Acho que eu esperava uma vibe meio Ultimate Spider-Man, sabe? Com o Coulson reunindo e treinando novos super heróis.

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Mas a série não podia ser mais diferente. Coulson está montando uma equipe de agentes problemáticos, isso vemos logo no começo, e não recrutas com super poderes. A intenção aqui, pelo visto, é rodar o mundo em um avião procurando pessoas com dons especiais e ajudando-as a entender seus poderes e se adaptarem.

Fui surpreendida pelos LINDOS efeitos especiais! Tudo bem que estamos falando de um projeto da Marvel e tal, mas estou tão acostumada a “defeitos especiais” em séries (vide Once Upon a Time e Teen Wolf) que por algum motivo não esperava nada muito lindo. Adorei a trama e os efeitos. A trilha sonora também não ficou para trás. A Marvel com certeza sabe muito bem guiar as coisas.

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Os pontos baixos, acho, além de alguns personagens terem parecidos forçados pra mim, foram alguns enquadramentos (me julguem). Sentia a câmera tremendo em alguns close-ups e me incomodou um pouco. Também teve a questão do episódio ter sido bem corrido, mas entendo essa parte. Eles precisavam fazer uma introdução à história e ainda desenrolar a trama do episódio. Acredito que teremos alguns episódios onde poderemos conhecer melhor os agentes e quem sabe até ter alguns flashbacks (apenas especulando aqui), por que todos ali têm um pouco de mistério no passado, isso já deu pra perceber.

Também tivemos alguns pontos altos no episódio, como a participação de Cobie Smulders, reprisando seu papel como Maria Hill, e o épico “Don’t touch Lola”.

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Ainda temos um mistério. O que aconteceu no Taiti? Ou melhor, o que realmente aconteceu com Coulson após ter sido atingido e morto por Lokki em “Os Vingadores”? Por que uma coisa Maria Hill deixa bem claro, logo no inicio do episódio, que Coulson não sabe, ele acha que esteve por algumas semanas no Taiti, e não pode nunca saber o que realmente aconteceu.

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Prepare-se para uma aventura épica que destaca a esperança e o milagre que é o espírito humano. Este é um mundo de super-heróis e alienígenas, pontuado pelo incomum em ações espetaculares e histórias que se expandem pelo mundo. No entanto, a série fala sobre a condição humana através das lentes dos nossos agentes sem poderes da S.H.I.E.L.D., destacando que, juntos, somos mais fortes do que separados e que podemos fazer a diferença no mundo.

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E então, preparados para o Nível 7?

xoxo.

P.

Na Estante: “Quem é você, Alasca?”

Boa tarde, galera! Tudo bem?

Dentre os muitos livros que li nessas ultimas semanas, teve um que mexeu comigo de formas inexplicáveis. Acho que isso foi por que eu meio que esperava que fosse um livro leve, o que ele não deixa de ser, mas não esperava que fosse tão forte como foi. Lido em apenas 6 horas, o livro me deixou envolvida por alguns dias em que foi difícil me agarrar a outra leitura.

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Quem é você, Alasca?, foi o primeiro livro lançado por John Green, mesmo autor de A Culpa é das Estrelas e O Teorema Katherine, e publicado em 2005 nos Estados Unidos. A história gira em torno de Miles Halter, um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande Talvez”.

Antes de mais nada, gostaria de dizer que o que eu mais amo na escrita de John Green é o jeito como ele sempre pensa em tudo. Todos os seus personagens, mesmo o coadjuvante mais coadjuvante, tem uma personalidade única, bem construída e uma história própria. É como se eles fossem seres humanos de verdade, e não criaturas saídas da mente de um gênio. John também consegue te prender em cada um de seus livros, você simplesmente não consegue não virar mais uma página, preso com diálogos inteligentes e envolventes, frases celebres, situações cômicas e emocionantes. Acho que nenhum autor jamais conseguiu misturar com tanta maestria assuntos tão sérios e pesados numa escrita leve, engraçada e gostosa.

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O grande mistério desse livro é Alasca Young. É por isso que achei o titulo tão perfeito. Claro, eu percebi isso apenas no final, mas a pergunta, “Quem é você, Alasca?” é a que nos fazemos durante toda a história, e a que continuamos a nos fazer mesmo após o término da leitura. Ela é, sem sombra de dúvidas o maior mistério, e com certeza o “grande talvez” que Miles estava procurando. Ele, por sua vez, é um adolescente espantosamente verídico, com todas as suas qualidades e defeitos. É uma personagem completa, assim como todos os outros, muito bem construído, com aquela insegurança característica da adolescência.

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O livro ainda é dividido em duas partes. Uma “antes”, com uma contagem regressiva de dias, o que apenas nos deixa incrivelmente ansiosos para descobrir qual o grande acontecimento da história e o por que da contagem. Claro, duas páginas antes do final do capitulo “Um dia antes” eu já suspeitava do que iria acontecer, e tudo apenas se confirmou quando chegamos a segunda parte do livro, o “depois”. Quando cheguei nessa parte não conseguia imaginar como John Green levaria o resto da história, achei que aquele seria o final, mas ainda tinha quase metade do livro pela frente.  Eis que o autor nos bombardeia com reflexões intensas, com as frases profundas que apenas John Green consegue inserir de modo tão natural e sem parecer forçado em meio aos diálogos.

Quem é você, Alasca? me fez rir, chorar e rir outra vez. Me deixou com um estoque gigantesco de frases feitas, um exemplar todo sublinhado com marca-texto e a convicção de que, sim, eu leria até mesmo a lista de supermercado desse cara!

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O preço do livro varia desde R$ 19,30 na FNAC, R$ 23,40 na Siciliano, R$ 26,90 na Livraria Cultura e na Saraiva, até R$ 29,90 no Submarino. Também existem outras opções, que a gente acha no Buscapé, mas é sempre bom avaliar direitinho onde comprar. Nas livrarias físicas o valor do livro fica algo em torno de R$ 39,90.

E você, também está à procura de um Grande Talvez?

xoxo.

P.

Na Estante: “Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios”

Aloha Pessoal!

Como vão as coisas? Família? Amigos? Trabalho? Tudo em paz?

Bom, essa semana eu li alguns livros, e ainda não ordenei muito bem as idéias na minha cabeça para falar de cada um deles, então resolvi falar sobre uma série que amo tanto quanto Harry Potter (por sinal, hoje é aniversário do personagem e da escritora, J.K. Rowling ♥) 😀

Tenho certeza que todos já ouviram falar de Percy Jackson, se não dos livros, pelo menos dos filmes, já que a segunda adaptação para o cinema estreia em agosto. Resolvi começar do começo e falar sobre o Ladrão de Raios, primeira aventura de Percy e seus amigos.

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Primeiro lugar nas listas dos mais vendidos em todo o mundo, com direito a uma adaptação para o cinema que rendeu cerca de 137 milhões de dólares, o primeiro volume da série Percy Jackson e os Olimpianos nos insere em um mundo onde os deuses da Grécia Antiga ainda estão muito vivos, e fazendo o que sempre fizeram nos tempos antigos, inclusive filhos. O Olimpo se move junto com o centro de poder da civilização ocidental, então adivinhem onde está agora? É isso mesmo, nos Estados Unidos, mais especificamente sobre o Empire State Building, em Nova York.

200px-Percy_JacksonPercy é um garoto problema de 12 anos com dislexia e transtorno de déficit de atenção, que foi expulso de todas as escolas onde estudou nos últimos 6 anos. Morando em Nova York com sua mãe Sally Jackson e seu padrasto Gabe Ugliano, o garoto nunca conheceu o pai e não compreende o porquê da mãe aturar o padrasto abusivo. Agora ele está por um fio de ser expulso da Academia Yancy, uma escola particular para crianças problemáticas no norte de Nova York, e como a sorte de Percy nunca foi muito boa, é claro que coisas estranhas começam a acontecer, a começar por sua professora de matemática que se transforma em um monstro e tenta matá-lo em uma excursão ao Metropolitan Museum of Art. Após transformar a professora em pó usando uma caneta esferográfica comum que se transforma em espada, ninguém parece se lembrar da Sra. Dodds. Até mesmo seu melhor amigo Grover insiste que a professora nunca existiu, mas Percy sabe que ele está escondendo alguma coisa.

As coisas realmente vão por água abaixo quando ele e sua mãe saem da cidade para um fim de semana em Montauk, e são surpreendidos no meio da noite por uma tempestade, seu amigo Grover que de repente tem pés de bode e um minotauro nada feliz. Na corrida frenética para salvar suas vidas, Percy perde a mãe e mata o minotauro, chegando ao Acampamento Meio-Sangue, um refúgio para semideuses, com fronteiras mágicas que impedem monstros de atacar seus limites. É lá que Percy descobre sua verdadeira origem. Ele é um meio-sangue, metade humano, metade deus, com habilidades incríveis e ao que tudo indica um cheiro que leva os monstros da mitologia grega diretamente ao seu encontro.

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Ele também é o principal suspeito de um roubo. O raio-mestre de Zeus, responsável pela fabricação de todos os outros raios utilizados pelo deus dos céus, foi roubado e Percy tem dez dias até o Solstício de Inverno para recuperar a arma mais poderosa na Terra e limpar seu nome antes que haja guerra entre os deuses. E é claro, ele também precisa arrumar um jeito de resgatar sua mãe.

Repleto de aventuras, comédia e incríveis referencias a mitologia grega, O Ladrão de Raios é uma leitura fácil, divertida e emocionante. Rick Riordan acertou em cheio com esse romance, onde cada capitulo contém uma surpresa diferente, um ritmo frenético e uma grande dose de sarcasmo! Percy não é o tipo de personagem de ficar se lamentando por ter sido abandonado pelo pai, pelo contrário, ele tem um humor irônico e tiradas fantásticas, é corajoso e leal, e nos leva com ele nesse mundo cheio de perigos, monstros, deuses e titãs.

O que mais gosto nesta série são os títulos dos capítulos. Cada um mais confuso, doido e engraçado que o outro.

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Percy Jackson e os Olimpianos é uma série composta por 5 livros: O Ladrão de Raios, O Mar de Monstros, A Maldição do Titã, A Batalha do Labirinto e O Ultimo Olimpiano, cada um narrando um verão de Percy no Acampamento Meio-Sangue (e vocês podem esperar um “Na Estante” para cada um deles) e depois, quando achamos que era a ultima vez que veríamos Percy e esse mundo mitológico maravilhoso, Rick nos surpreendeu engrenando a série Os Heróis do Olimpo, onde temos o encontro dos acampamentos de semi-deuses gregos e romanos, uma nova profecia, uma nova aventura, mais dos personagens que conhecemos e amamos e mais alguns para aprender a amar.

Até agora a nova série é composta por 3 livros: O Herói Perdido, O Filho de Netuno e a Marca de Atena. O quarto livro, A Casa de Hades, terá lançamento simultâneo no Brasil e nos Estados Unidos, e tem data marcada pra chegar às livrarias em 8 de outubro de 2013. O quinto e ultimo livro ainda não teve titulo divulgado, mas a previsão de lançamento é para o segundo semestre de 2014.

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Recentemente foi lançado um conto em e-book chamado O Filho de Sobek, que narra o encontro entre Percy Jackson e Carter Kane, protagonista da trilogia As Crônicas Kane, que nos insere no universo da mitologia egípcia. Rick é muito conhecido por não conseguir dizer adeus aos seus personagens, então, mesmo que existam boatos por aí de que a próxima série do autor seja algo ambientado no universo da mitologia nórdica, acho que podemos ter esperanças de ver todos esses personagens novamente, e quem sabe até mesmo juntos.

O Ladrão de Raios pode ser achado na internet desde R$ 19,20 na FNAC, R$ 23,90 na Saraiva, até R$ 29,90 no site do Submarino e Livraria Cultura. O Buscapé também ajuda na busca pelo menor preço, só não esqueçam de checar as referencia.

xoxo.

P.